Ativos vivos no agronegócio: patrimônio que precisa de planejamento

Você sabia que o mercado de cavalos no Brasil movimenta cerca de R$ 30 bilhões por ano e emprega mais de 3 milhões de pessoas? Um único animal pode chegar a valer até R$ 160 milhões, como foi o caso do garanhão Gênesis 66, da raça Quarto de Milha.

Além dos cavalos, o mercado de material genético bovino também cresce e se torna um ativo valioso para famílias do agro. Mas como garantir que esse patrimônio sobreviva às próximas gerações?

No artigo assinado pelas advogadas do Family Office, Samantha Berard e Laura Santoianni, foi explicado como instrumentos como testamentos e diretivas antecipadas de vontade são essenciais para assegurar a continuidade do legado familiar, especialmente quando se trata de ativos vivos como cavalos reprodutores e bancos genéticos.

Sem um planejamento sucessório sólido, os ativos vivos do agronegócio podem perder valor e se tornar fonte de disputas familiares. O futuro do setor exige estratégia, organização e profissionalismo para preservar patrimônio e fortalecer legados.

Leia o artigo completo no Campo Grande News aqui.

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