A crise no setor de soja em Goiás está pressionando os produtores a reavaliar contratos de arrendamento devido aos altos custos de produção e à queda nos preços. Regiões como Montividiu, Rio Verde e Jataí enfrentam sérios desafios, incluindo atrasos no calendário de plantio, que já comprometem a produtividade para a safra 2025/2026. A falta de políticas públicas efetivas e o aumento dos custos de insumos agravam ainda mais a situação.
Carla Calzini, especialista em Direito Agrário, alerta que o rompimento de contratos sem respaldo jurídico pode resultar em penalidades severas. Para evitar complicações legais, os produtores são aconselhados a formalizar quaisquer decisões relacionadas ao arrendamento, garantindo que estejam baseadas em dados concretos de inviabilidade. Com a expectativa de um aumento nas disputas judiciais, a transparência e o diálogo se tornam essenciais para preservar as relações comerciais no setor.
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