A atualização da NR-1 marca uma mudança importante na forma como a fiscalização trabalhista será conduzida no Brasil. A partir de 2026, o foco deixa de estar apenas nos riscos físicos e passa a incluir também os riscos psicossociais, como pressão excessiva, jornadas extensas e assédio no ambiente de trabalho. Além disso, a fiscalização tende a ser mais técnica e baseada em evidências, exigindo que as empresas demonstrem, na prática, a efetividade das medidas adotadas — e não apenas a existência de documentos formais.
Nesse contexto, ganha destaque a análise de Danillo Masko, que alerta para os impactos do descumprimento da norma. Segundo ele, além de multas que podem chegar a valores elevados, as empresas ficam expostas a riscos mais amplos, como ações judiciais e danos reputacionais. A nova NR-1, portanto, deixa de ser apenas uma obrigação regulatória e passa a ocupar um papel estratégico na gestão de riscos e na proteção do ambiente de trabalho.
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