Cenário setorial/infraestrutura: arcabouço pode destravar investimentos

Em matéria para o canal Broadcast, Juliana Raffo, coordenadora da área cível e contratos, comenta sobre como a aprovação do arcabouço fiscal tende a abrir espaço para investimentos privados na área de infraestrutura decorrentes do Novo PAC.

Juliana destaca que, embora o Novo PAC preveja investimento total de R$ 1,7 trilhão até 2030, o montante a ser aportado pelo governo não é suficiente, ainda mais se tratando da área de infraestrutura em que o Brasil é carente, inclusive em infraestrutura de saneamento básico.

“A tendência é de que o valor chegue, então, pela iniciativa privada, por meio de concessões e parcerias público privadas, já que este não é um governo afeto a privatizações”, ressalta.

 

Publicações relacionadas

Mudança no Carf pode aumentar busca por seguro garantia judicial

Uma mudança no Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais) pode ter impacto direto no seguro garantia judicial, uma modalidade de proteção para processos judiciais. É costumeiramente aplicado como alternativa ao pagamento de cauções, depósitos judiciais, penhora de bens e fianças bancárias. O nosso advogado Tributarista, Pedro Monteiro, em entrevista para o Infomoney, considera que com o aumento das demandas tributárias é provável que haja um aumento na procura por formas de garantia judicial. Confira aqui a notícia completa.

Reforma tributária deve expor fragilidade financeira do varejo e causar corrida aos bancos

A implementação da reforma tributária traz mudanças que vão muito além da apuração de tributos. O novo modelo impactará diretamente o fluxo de caixa, a relação com fornecedores e a governança das empresas. Em entrevista ao Diário do Comércio, nosso advogado Murilo Adib destacou um dos principais pontos de atenção para o varejo: a vinculação entre o crédito tributário do comprador e a regularidade do pagamento do tributo pelo fornecedor. Ele explica que “mesmo cumprindo as suas obrigações, os lojistas passam a depender da regularidade…

Patrimônio 2026: como o IRPF Mínimo impacta o planejamento patrimonial e sucessório?

Dando continuidade ao tema da tributação do Imposto de Renda, a advogada Ana Clara Martins explica como funcionará o chamado IRPF Mínimo e em quais situações poderá haver a incidência de uma alíquota complementar de até 10%. A lógica da regra envolve a soma dos rendimentos da pessoa física, a aplicação das deduções legais e a verificação dos limites previstos na legislação. Em determinados casos, o imposto já pode ter sido recolhido ao longo do ano ou, conforme a estrutura adotada, até mesmo gerar direito à restituição. Mais…