Copa do mundo x trabalho: como fica?

Faltando poucos dias para o início da Copa do Mundo, evento que tem apelo social e cultural entre os brasileiros, fica a questão: o empregador é obrigado a liberar os empregados durante os jogos da copa? É conveniente um acordo entre empregador e empregado para que todos possam assistir os jogos da seleção brasileira?

Não, o empregador não é obrigado a liberar os empregados durante os jogos da Copa. Mas é conveniente um ajuste entre empregado e empregador porque o futebol é uma paixão nacional e trata-se de um evento social e cultural extremamente relevante para a sociedade brasileira.

Sendo assim, como tratar o tema?

Na fase classificatória ocorrerão três jogos em dias úteis: nos dias 24 e 28 de novembro; e 02 de dezembro. Levando em consideração a não obrigatoriedade de as empresas liberarem os empregados para assistirem os jogos, as opções são:

  • Se a compensação das horas puder ocorrer dentro da mesma semana e havendo um acordo individual de compensação de jornadas entre empregador e empregado, não há necessidade de nenhuma outra medida ou ajuste. Isso se esta compensação não extrapolar o excesso de 2 horas extras diárias;
  •  Se a compensação não puder ocorrer dentro da mesma semana, necessário um acordo individual entre empregador e empregado, caso a compensação da jornada de trabalho puder ser realizada dentro de até 6 (seis) meses; caso a compensação da jornada de trabalho seja realizada dentro de até 1 (um) ano, a opção é um acordo coletivo entre empregador e sindicato dos empregados;
  • Por fim, quando às atividades essenciais, havendo interesse, poderá ser ajustada uma escala de revezamento. Caso contrário, não sendo possível sequer a escala de revezamento, os empregados deverão continuar a prestar os serviços normalmente.

Publicações relacionadas

Gracias, España, por la excelente acogida y por el diálogo constante con inversores y socios – Obrigado, Espanha, pela excelente recepção e pelo diálogo constante com investidores e parceiros.

Recientemente, concluimos una visita a España, donde pudimos encontrarnos con nuestros clientes, realizar reuniones con inversionistas extranjeros, conocer nuevos socios comerciales y, por supuesto, reforzar el aprendizaje de la cultura local para atender con excelencia nuestra cartera de clientes españoles, apoyando sus operaciones en Brasil. Pasando por Bilbao, Madrid y Sevilla, tuvimos la oportunidad de discutir temas como la Reforma Tributaria en Brasil y apoyar la compra de empresas en nuestro país como forma de expansión. Con nuestros clientes, además de reuniones de trabajo y…

Casamento, empresas e divórcio: Entenda os impactos patrimoniais e o que pode mudar com a reforma do Código Civil

O casamento afeta não só a vida pessoal, mas também o patrimônio empresarial, especialmente quando celebrado sob os regimes da comunhão parcial e da comunhão universal de bens. E, com a possível reforma do Código Civil, esse impacto pode se tornar ainda maior e afetar a forma como o patrimônio das empresas é tratado dentro do casamento.  Neste artigo, explicamos como isso funciona hoje e o que pode mudar em breve. Cônjuges como Sócios: o que diz a legislação Exceto nos regimes da comunhão universal…

BTG compra operações do suíço Julius Baer no Brasil por R$ 615 milhões

Em reportagem ao jornal O Globo, Samantha Teresa Berard Jorge, advogada especialista em direito de família e sucessões, planejamento patrimonial e sucessório, e integrante do Family Office do Briganti Advogados, analisou a aquisição do banco suíço Julius Baer pelo BTG Pactual, maior banco de investimento independente da América Latina.Samantha destacou que a operação reforça a estratégia de expansão do BTG no segmento de grandes fortunas. Segundo a advogada, o banco tem se consolidado como um importante player no mercado ao oferecer um portfólio diversificado de…